Para ser doador é preciso comunicar a sua família esta decisão e deixar claro o seu desejo em ser doador. Isto porque a família é que decide sobre a doação.
A legislação em vigor determina que a família será a responsável pela decisão final, não tendo mais valor a informação de doador ou não doador de órgãos, registrada no documento de identidade.
• Doador Vivo:
A pessoa maior de idade e capaz juridicamente pode doar órgãos a seus familiares. No caso de doador vivo não aparentado é exigida autorização judicial prévia.
• Doador Vivo:
A pessoa maior de idade e capaz juridicamente pode doar órgãos a seus familiares. No caso de doador vivo não aparentado é exigida autorização judicial prévia.
• Sistema Nacional de Transplante:
Criado para dar maior controle e organização às atividades:
o transplante de órgãos/tecidos só pode ser realizado pelos estabelecimentos de saúde previamente autorizados pelo Gestor Nacional do Ministério da Saúde.
Criado para dar maior controle e organização às atividades:
o transplante de órgãos/tecidos só pode ser realizado pelos estabelecimentos de saúde previamente autorizados pelo Gestor Nacional do Ministério da Saúde.
• Cadastros Técnicos:
Foi instituída a Lista Única de Receptores, com vários cadastros separados por órgãos, tipos sanguíneos e outras especificações. Estes apresentam uma ordem seguida com total rigor e controlada pela Secretaria de Saúde.
Os órgãos que podem ser doados de doadores vivos são:
Foi instituída a Lista Única de Receptores, com vários cadastros separados por órgãos, tipos sanguíneos e outras especificações. Estes apresentam uma ordem seguida com total rigor e controlada pela Secretaria de Saúde.
Os órgãos que podem ser doados de doadores vivos são:
Um dos rins, parte do fígado, parte da medula e parte dos pulmões.
O médico deverá avaliar a história clínica da pessoa e as doenças prévias. A compatibilidade sanguínea é primordial em todos os casos. Há também testes especiais para selecionar o doador que apresenta maior chance de sucesso.
Doadores não vivos:
São pacientes assistidos em UTI com quadro de morte encefálica,
ou seja, morte das células do Sistema Nervoso Central, que
determina a interrupção da irrigação sangüínea ao cérebro,
é incompatível com a vida, irreversível e definitivo. A retirada
dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra realizada
com todos os cuidados de reconstituição, o que também é
obrigatório por lei.
Podem ser doados pelos doadores não vivos:
Órgãos: rins, coração, pulmão, pâncreas, fígado e intestino.
Tecidos: córneas, válvulas, ossos, músculos, tendões, pele, veias e artérias.
Tecidos: córneas, válvulas, ossos, músculos, tendões, pele, veias e artérias.
O que é morte encefálica?É a morte do cérebro, incluindo
tronco cerebral que desempenha funções vitais como
controle da respiração. Quando isso ocorre, a parada
cardíaca é inevitável.
Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo.
Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo.
Morte encefálica é o mesmo de coma?Não,
a morte encefálica é diferente do coma. No coma, as
células cerebrais continuam vivam, executando suas
funções; o que ocorre é uma falha de integração
entre o indivíduo e tudo que o rodeia. Na morte
encefálica, as células nervosas estão sendo
rapidamente destruídas, o que é irreversível.


0 comentários:
Postar um comentário